Introdução: por que a MTC na esclerose múltipla?
A esclerose múltipla (EM) afeta 2,8 milhões de pessoas em todo o mundo e é a doença neurológica mais comum em adultos jovens. É uma doença inflamatória desmielinizante crónica do sistema nervoso central, caracterizada por episódios recorrentes (RRMS) ou declínio progressivo (SPMS).
Os tratamentos convencionais têm limitações: efeitos secundários, eficácia incompleta (especialmente na EM progressiva) e custos elevados.
Na China, as intervenções MTC – Bu Yang Huan Wu Tang, Yi Qi Hua Yu Tang, Du Huo Ji Sheng Tang e acupuntura – têm sido usadas há séculos para deficiência de essência do rim, deficiência de qi-sangue, estase de catarro e deficiência de yin do fígado-rim.
A pesquisa moderna revela que a MTC fornece neuroproteção, promove a remielinização, realiza imunomodulação, modula o eixo intestino-cérebro e melhora a função mitocondrial. Este artigo integra as mais recentes descobertas e fornece protocolos práticos para profissionais de MTC.